| Guarda prepara monumento à Imaculada Conceição | |||
| Tendo em vista a colocação de um monumento dedicado à Imaculada Conceição, no Largo da Capela do Bonfim, na Guarda, está marcada para amanhã, 25 de Junho, uma reunião, no salão paroquial de S. José (Guarda). O encontro tem inÃcio pelas 20.30 horas e é orientado pelo Grupo da Imaculada Conceição. A reunião é aberta a todas as pessoas da cidade. | |||
| Ordenações na Sé da Guarda | |||
| No próximo Domingo, 27 de Junho, pelas 16.00 horas, haverá ordenações na Sé da Guarda. Na celebração, presidida por D. Manuel FelÃcio, Bispo da Guarda, serão ordenados dois Padres, dois Diáconos e instituÃdos dois Leitores. Os novos Padres são LuÃs Freire (Cantar Galo – Covilhã) e LuÃs Nobre (Vilar Formoso). Os Diáconos são Rafael Neves (Vale de Estrela – Guarda) e João Marçalo (Colmeal da Torre – Belmonte). Eduardo Mendes (Figueira de Castelo Rodrigo) e Marcelo Rebelo (Lagarinhos) são os novos Leitores. Na mesma celebração também serão ordenados dois novos Diáconos Permanentes, José LuÃs Leão (S. Miguel da Guarda) e LuÃs Salvador (Fiães), bem como instituÃdos nos ministérios de Leitor e Acólito, vários candidatos em ordem ao Diaconado Permanente. | |||
| Diocese prepara plano pastoral para os próximos anos | |||
| Preparar o plano pastoral para os próximos anos, é a principal proposta das reuniões do clero que estão a decorrer, por zonas pastorais, na diocese da Guarda. Em documento enviado aos sacerdotes, o Bispo da Diocese, adianta que “a Palavra vai estar no centro do nosso programa pastoral para os próximos anos, subordinado ao lema: A Palavra de Deus convoca e enviaâ€. E explica: “tendo em conta o carácter eclesial da fé cristã e que, por isso, esta só pode ser vivida em comunidade e não no individualismo arbitrário, o evangelista do ano será o guia para os grupos constituÃdos, incluindo movimentos, e outros que devem ser criados. Para isso vamos retomar o esforço de constituição e mobilização de grupos, agora grupos bÃblicos, para progredir no encontro vivo e vital com Cristo, através da recepção de cada um dos evangelhos dos próximos três anosâ€. Em relação ao ano pastoral de 2010/2011, o Evangelista S. Mateus servirá de guia para aprofundar o seguimento de Cristo e motivar para a Nova Evangelização. Estão agendadas as seguintes propostas: A elaboração de um calendário de actividades diocesanas; umas jornadas diocesanas, a 17 e 18 de Setembro; acções de formação, em Outubro, sobre o Evangelista S. Mateus e como os grupos bÃblicos devem funcionar; a apresentação de um texto de apoio, em Novembro; formação para os animadores dos grupos bÃblicos; e a avaliação do primeiro ano, em Junho de 2011. Olhando para a experiência dos últimos quatro anos, em que a referência foi o Catecismo da Igreja Católicaâ€, D. Manuel FelÃcio explica que “para além de constituir grupos, precisamos de cuidar dos seus animadores e motivar a participação, introduzindo as novas tecnologias, no processo da formaçãoâ€, “precisamos de variar as iniciativas adaptando-as aos diferentes lugaresâ€. As reuniões arrancaram hoje, 23 de Junho, no Seminário do Fundão (zona Sul) e no Centro Pastoral de Pinhel (zona norte) e continuam amanhã, 24 de Junho, na Casa Rainha do Mundo, em Gouveia (zona oeste) e no Seminário da Guarda (zona centro). | |||
| Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos disponibilizou terrenos agrÃcolas | |||
| O regresso à s hortas na Guarda As hortas voltam a estar na moda na cidade da Guarda e quem trabalha a terra diz que o faz para “passar o tempo†e para assegurar “a qualidade†daquilo que consome. Em tempo de crise económica, as pequenas hortas urbanas também acabam por ser uma boa ajuda para as famÃlias que dedicam algum do seu tempo ao cultivo da terra. Um dos exemplos do “regresso†ao cultivo da terra verifica-se no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na zona da Póvoa do Mileu, onde os terrenos que durante anos e anos estiveram abandonados e cheios de silvas estão agora cultivados. A direcção do Centro disponibilizou terrenos a duas famÃlias e a pessoas necessitadas apoiadas pela Caritas Diocesana e pela Paróquia da Sé. José dos Reis, reformado, 64 anos, ex-emigrante em França cultiva desde o ano passado, uma parcela de terreno “para passar o tempoâ€. Contou ao Jornal A Guarda que no terreno que lhe foi disponibilizado plantou e semeou feijões, abóboras, couves, pimentos, cebolas, tomates, alfaces, ervas aromáticas e flores. Disse que para além de ter o tempo ocupado sempre vai “comendo a hortaliça que daqui levo e já não tenho necessidade de comprar no mercadoâ€. “Passo um bocado de tempo, distraio-me e sei aquilo que comoâ€, afirmou. O reformado lembrou que antes de se “agarrar à terra e à enxada†não fazia nada, mas agora tem o tempo ocupado e só não cultiva batatas “porque não vale a pena cultivá-las porque são baratas e são todas iguais, quer sejam daqui ou cultivadas em outro lugar qualquerâ€. Maria Augusta, desempregada, 59 anos, vive nas proximidades do Centro Apostólico, onde ajuda o marido no cultivo de um bocado de terreno. “Isto já não era semeado há mais de 20 anosâ€, lembrou, apontando que este ano, o marido “esticou-se mais porque gosta de ver tudo arranjadinhoâ€. A famÃlia cultiva batatas, ervilhas, cebolas, alhos, feijões, cenouras, nabiças, alfaces, couves, beterrabas, etc. “O meu marido está reformado e passa aqui o tempoâ€, disse, explicando que quando a produção é maior “damos aquilo que não se come†à s filhas e também à s irmãs que estão no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos. “O meu marido é que gosta muito disto, porque com o dinheiro de dois sacos de semente de batata comprávamos batatas para todo o anoâ€, referiu Maria Augusta, que o Jornal A Guarda encontrou na horta na companhia do neto. No entanto, a mulher sempre disse que os produtos cultivados na horta “têm outro sabor e sabemos que são de qualidade e sabemos aquilo que comemosâ€. No terreno também tem muitas flores que utiliza para enfeitar a capela da Póvoa do Mileu. Irmãs valorizam produtos da terra A irmã Gracinda Antunes, que reside no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos com mais duas servas, lembrou ao Jornal A Guarda que os terrenos que agora são cultivados “estiveram abandonados durante muitos anos, com mato e silvasâ€. “Aqui há três anos, uns casais amigos cortaram o maior e limparam. Depois, mandei lavrar. Como um vizinho já me tinha pedido um bocadinho de terreno para fazer uma horta, acabei por ceder-lhe um pouco de terreno e também a outro senhorâ€, relatou. Gracinda Antunes considera que com a cedência do terreno “para além de ajudar as pessoas, também é um bem para o Centro Apostólico, porque o terreno está limpo e, como nos dão as coisas, raramente compramos hortaliçasâ€. “Também temos a nossa hortaâ€, indicou, salientando que “só compramos hortaliças, à s vezes, quando vem muita gente, mas isso é muito raroâ€. As três irmãs também têm galinhas, patos, gansos e dois borregos. No seu dia-a-dia, para além das orações e do assegurar do funcionamento da instituição, onde dão trabalho a três pessoas, também dedicam algum do seu tempo “a tratar da horta e dos bichosâ€. | |||
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